Facebook lança projeto para tornar internet mais barata

(Fonte da imagem: Exame)
O presidente-executivo da rede social Facebook, Mark Zuckerberg, selecionou Samsung, Qualcomm e quatro outras companhias para um projeto que tem como objetivo levar a internet a pessoas no mundo que não podem pagar por ela, refletindo esforços promovidos pelo Google e outros grupos.

O projeto é chamado internet.org e será lançado nesta quarta-feira. Ele tem como objetivo permitir que mais 5 bilhões de pessoas sem acesso atualmente à rede mundial de computadores fiquem online, disse Zuckerberg.

"O objetivo do internet.org é tornar o acesso à internet disponível a dois terços do mundo que hoje não está conectado", disse ele.

Outros participantes do projeto incluem Ericsson, MediaTek, Nokia e Opera Software.

A parceria vai desenvolver celulares inteligentes de baixo custo e de alta qualidade e levar acesso à internet em comunidades ainda não atendidas, disse o Facebook.

O Google anunciou em junho que lançou uma pequena rede de balões sobre o Hemisfério Sul em um experimento que espera levar acesso à internet de forma confiável às regiões mais remotas do mundo.

O piloto, chamado Project Loon, foi lançado em junho na Nova Zelândia. Os equipamentos funcionam com energia solar e são sustentados por balões de alta altitude, 20 quilômetros, ou duas vezes mais alto que rotas percorridas por aviões, disse o Google.

Fonte: Exame

NOTA: Isso é uma demonstração clara de que não é necessária a participação do poder público no que se refere à implantação de mecanismos que visem "democratizar" o acesso à internet, conforme palavras do economista Rodrigo Constantino em seu livro Privatize Já:

"[...]Portanto, o caminho adequado para "democratizar" o acesso à internet não passa pelas mãos do governo, e sim pela maior concorrência entre empresas privadas. O governo pode ajudar sim, reduzindo seus enormes impostos e a burocracia excessiva que dificulta a competição. Pode facilitar a entrada de empresas estrangeiras também, o que aumenta a concorrência, beneficiando os consumidores. Pode ainda parar de lutar pela concentração do setor com a recriação da antiga Telebras. Enfim, o governo pode ajudar muito se atrapalhar menos.[...]"

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