As eleições mais decisivas em 25 anos

(Fonte da imagem: Diário do Poder)
Boa noite pessoal. Assim como no domingo passado (ver aqui), irei utilizar o Minuto Produtivo para comentar sobre as eleições para deputados (estadual e federal), senador, governador e presidente, que vão ocorrer amanhã, das 08h às 17h. É claro que os acontecimentos desta semana podem mudar um ou outro ponto do que irei dizer, mas creio eu que muitas coisas que estarão nos parágrafos seguintes já são familiares a quem é leitor deste blog.

A primeira delas é que o certame de amanhã é, a meu ver, o mais decisivo e crucial ao nosso país desde as primeiras eleições após a redemocratização do país, ocorridas em 1989. E, levando em conta apenas os três principais candidatos ao governo federal (Dilma, Aécio e Marina), são três projetos de nação completamente distintos. E recomendo a você, que vai às urnas amanhã, que não vote pensando tão somente na sua situação neste momento ou no que você acredita que vai acontecer nos próximos meses, e sim no que você enxerga daqui a alguns anos, bem como nas medidas que o seu candidato precisa tomar para lidar com o que está por vir.

A segunda, um tanto complementar à primeira, é que independente de quem ganhe ao final disso tudo, é que o país precisará tomar difíceis decisões, tanto no campo econômico como no campo político. E sim, a escolha dos próximos governantes e legisladores amanhã fará toda a diferença.

A terceira, finalmente, meio que em tom de mea culpa, é que apesar de que neste primeiro turno eu não vou votar em Aécio Neves (ainda pelos motivos apresentados no link do primeiro parágrafo), eu prefiro que ele esteja no segundo turno do que a Marina (a propósito, as últimas pesquisas mostram essa tendência, e vocês podem conferir aqui), uma vez que além da capacidade de formar um time de governo melhor, ele também tem melhor articulação política. E não custa lembrar: a política é a arte do possível. Mas também pretendo deixar bem claro que Aécio precisa endurecer o jogo em um eventual segundo turno se quiser derrotar a Dilma, ainda que conte com o apoio da Marina para isso.

Enfim, é a nossa economia em jogo. É a nossa saúde em jogo. É a nossa educação em jogo. É a nossa segurança em jogo. Talvez, até a nossa liberdade estará em jogo daqui a algumas horas. E neste clima de apreensão, encerro este post com uma música que resume meu estado de espírito para amanhã:


Até a próxima.

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