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Mostrando postagens de Agosto, 2015

Os choradinhos sobre o tiroteio de Virgínia

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Como dizia um sábio rei hebreu, existem certas coisas que não são novas debaixo do sol. Uma delas é a discussão sobre o armamento, como comentado neste blog no mês de junho. Após o assassinato da repórter Alison Parker e do cinegrafista Adam Ward durante uma transmissão ao vivo de uma afiliada da rede de televisão CBS no estado americano da Virgínia, bem como do suicídio de Vester Lee Flanagan, ex-funcionário da emissora responsável pela tragédia, a Casa Branca resolveu retomar a discussão sobre o controle de armas nos EUA. Outro tema, que voltou à tona com este caso, foi a questão da discriminação, uma vez que o atirador alegou ser vítima de preconceito por ser negro e homossexual.

Antes de eu falar sobre a retomada da questão do controle de armas, é importante lembrar que não defendo, exatamente, uma legislação análoga à americana em solo brasileiro. O fato de eu apoiar o porte de armas de fogo condicionado à checagem de antecedentes criminais, teste psicotécnico e curso preparatór…

O risco de calote na dívida brasileira é tímido, ainda...

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Falar em calote da dívida pública brasileira, parece aos nossos ouvidos hoje alarmismo barato. Entretanto, se observarmos a conjuntura política do país, as condições econômicas do mesmo somadas ao que poderá ser (ou não) a crise chinesa, este é um risco que cada dia que passa a ganhar valores probabilísticos de que venha a ocorrer. Não digo que isso ocorrerá certamente, de fato, o risco hoje é pequeno, mas se o atual impasse político não se resolver, e como consequência disso o ajuste fiscal continuar a ser executado apenas a base de mais tributos e de mais juros, somando-se isto a um possível agravamento da crise chinesa, três anos de Dilma Rousseff e PT poderão nos levar a um possível calote da dívida pública.
Entendamos...Se a crise chinesa se agravar, a economia brasileira terá de escalar um Monte Everest muito maior do que o que já tem de escalar hoje, e com isso veremos o agravamento de nossa situação econômica. A desvalorização do câmbio, com o dólar chegando a 3,60 e sendo ve…

Lei de Muwaji: PSOL apoia o infanticídio

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Alguns deputados do PSOL como Chico Alencar, Ivan Valente e Edmilson Rodrigues bateram de frente com o relatório do deputado Marcos Rogério, do PDT, ao PL 1.057/07, cuja autoria é, surpreendentemente, do petista Henrique Afonso.
O projeto, apelidado de Lei Muwaji - homenagem a uma mãe da tribo Suruwaha que se rebelou contra a tradição de sua tribo e salvou a vida de sua filha, que seria morta por ter nascido deficiente - dispõe sobre o combate a práticas tradicionais nocivas, como o assassinato de crianças em casos de deficiência, gestação múltipla, preferência de gênero et alli
Essa preocupação seletiva é assustadora. Para Ivan Valente, por exemplo, "devemos respeitar as crenças dos indígenas". Alencar foi ainda mais longe: "esse relatório resgata o projeto original com todos os seus defeitos: interferência indevida nas populações indígenas, transforma os servidores da Funai em delatores. Ele criminaliza os povos indígenas e não é assim que vamos superar algo que pr…

Do "não tem crise" ao "ih, ferrou"

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Com vários meses (sendo generoso, claro) de atraso, a presidente Dilma Rousseff finalmente admite o óbvio: habemus crise. Mais ainda, que não dá para garantir um resultado maravilhoso em 2016. Neste caso, ela foi um poço de generosidade, uma vez que para o próximo ano também se fala em recessão. Resta saber em que proporções, uma vez que a dimensão da crise chinesa pode influenciar fortemente a nossa. Aliás, se o crash do gigante asiático se tornar um Big One, acreditar que a contração da economia irá apenas até 2016 seria um cenário quase delirante, muito embora eu torça pelo contrário.
Apesar disso, como estamos falando da presidente que, nas palavras dela, é capaz de "fazer o diabo" para ganhar a eleição, o surto de sinceridade não poderia deixar de vir com algumas mancadinhas: a primeira é que, ainda admitindo minimamente o tamanho do problema, ela acabou culpando o cenário internacional pela situação de "terra arrasada" a qual o Brasil se encontra há alguns m…

China entre 1929 e 1998, ou a implosão de Chimérica

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A crise chinesa que se instaurou a partir da segunda-feira negra permite dois caminhos possíveis, a depender das ações governamentais. Pode se converter num 1929, sendo um Estados Unidos do Oriente e devastando as economias mundiais ou pode virar um 1998 como uma Rússia que, mesmo com uma crise forte, teve alcance limitado. O choque sofrido pelo dragão do Extremo Oriente guarda uma incógnita, e, embora seja ampla, pode ser resumida numa simples frase: a economia chinesa é uma caixa preta em que ninguém sabia até que ponto os dados divulgados eram reais, mas como parecia estar dando certo todo mundo investia e confiava.

Estamos a caminho de um "Big One" econômico?

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Parece que um dos cenários mais temidos em relação à economia chinesa começa a se desenhar: diante da ausência de estímulos por parte do governo após a queda de 11% na semana passada, a bolsa de Xangai despencou 8,5%. Foi o maior tombo desde 2007, quando a crise econômica que eclodiria no ano seguinte já estava tomando forma. Os índices das bolsas de valores em todo o mundo também reagiram - ou estão reagindo - negativamente e o preço do barril de petróleo caminha para valores próximos a março de 2009, na esteira do crash de 2008.

Por que Setubal teme o impeachment de Dilma Rousseff?

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É quase tocante ver a preocupação de Roberto Setubal, presidente de um dos maiores bancos privados do Brasil, o Itaú Unibanco, com o atual cenário político-econômico do nosso país. Em entrevista na edição de hoje da Folha de S. Paulo, o banqueiro disse que "não há motivos para tirar Dilma Rousseff do cargo", que as pedaladas fiscais são merecedoras de punição mas não são "motivo para tirar a presidente" e que o impeachment "criaria uma instabilidade ruim para nossa democracia". Confesso que ao ler a matéria quase que sai um suor hétero dos meus olhos. Minto.
Primeiramente, o fato de que "Dilma permitiu uma investigação total sobre o tema" não é nenhum favor. Trata-se de uma obrigação moral e, acima de tudo, legal em qualquer sistema democrático.
Segundo, se antes não se investigava e nem se punia, como dá a entender na fala de Setubal sobre as duas primeiras perguntas (diga-se de passagem, o mesmo discurso da esquerda governista), e agora é dif…

A emenda de Flavio Renegado saiu pior que o soneto

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No último sábado, durante o show do Criança Esperança, o rapper Flávio Renegado, ao cantar, disse em um dos versos que "a KKK bate panela na Paulista". Este trecho causou polêmica nas redes sociais, e sua página no Facebook foi inundada de críticas (inclusive fiz uma por lá). Hoje, na coluna da jornalista Mônica Bérgamo na Folha de S. Paulo, o artista resolveu se defender das críticas que recebeu, e sua resposta foi, no mínimo, tão trágica quanto seus versos. Segue trecho:
"Folha – O que você achou da repercussão da sua apresentação no "Criança Esperança"?
Flávio Renegado – Eu recebi o convite e me pediram pra fazer um rap específico pra lá. Eu estou num momento muito reflexivo, pensando na forma como a sociedade está se comportando. A letra traça muito esse caminho, mas pegaram um trecho específico e analisaram sem contexto. Quando eu levo essa reflexão pra KKK não estou falando que quem está na manifestação é o branco ou o amarelo ou o negro.

Grécia a caminho dos 50 tons de vermelho

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Já faz algum tempo que não falo sobre a situação da Grécia neste blog, sendo que as últimas vezes que o país helênico esteve em pauta por aqui foram para discorrer sobre o there is no alternative que o primeiro-ministro Alexis Tsipras foi submetido após o oxi no referendo, bem como o choradinho de Yanis Varoufakis pelo fato de sua nebulosa proposta não ter sido aceita. Mas algumas notícias recentes me chamaram a atenção para retomar o assunto.
A primeira delas, consequência do pacote de austeridade ainda mais duro em relação ao submetido no referendo, é que o governo grego formalizou hoje a privatização de 14 aeroportos regionais (fica a dica para a presidente Dilma Rousseff aqui no Brasil), medida essa que vai completamente de encontro ao discurso feito pela Syriza quando esta chegou ao poder ao final de janeiro. A segunda é que o terceiro resgate à Grécia ainda depende da aprovação de cinco parlamentos da União Europeia (a saber: Alemanha, Holanda, Áustria, Espanha e Letônia). Diga…

Não precisava ter sido assim...

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Eu sempre tive vontade de escrever este post, mas como não tinha dados suficientes resolvi adiá-lo. Hoje, porém, vejo alguns dados interessantes. O ajuste fiscal fracassado do governo previa cortar 1,19% do PIB, ou seja, uma bagatela de 66 bilhões de reis. O governo não conseguiu passar a maior parte do ajuste no congresso e como resultado só tem como alternativa aumentar impostos. O fracasso do governo em atingir um superávit de 1,19% do PIB fez com que o governo tentasse poupar 0,15% do PIB, em outras palavras, míseros 8 bilhões de reais.
Todo o ajuste fiscal está saindo do bolso do povo, pois o governo recusa-se a fazer o corte na carne e isso não quer dizer apenas cortar ministérios, significa também fazer concessões como o governo tem feito. As concessões de portos e aeroportos são privatizações tímidas que tiram do governo a necessidade de gastar com determinado bem, passando a responsabilidade para os empresários. Entretanto, vemos aqui um novo cenário: Se o governo simplesmen…

A corda da forca não afrouxou como o governo esperava

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Como é sabido de muitos, ontem foi mais um dia de protestos contra o governo Dilma em diversas capitais e grandes cidades espalhadas pelo país. Apesar de não ter repetido ou superado o sucesso dos atos de 15/03 (ver artigos de Arthur Rizzi e meu, respectivamente, aqui e aqui), quem esperava que estes acabariam "morrendo na praia" em relação a 12/04 (ver aqui o meu comentário escrito na época) e, a partir daí, o governo poderia ensaiar a virada após o súbito apoio de Renan Calheiros (diga-se de passagem uma condição necessária para que a instabilidade política não fique ainda maior, como apontei aqui), terá de esperar um pouco. Na melhor das hipóteses (leia-se: muito melhor), os atos de manifestantes pró-governo marcados para a próxima quinta-feira (20/08) servirão de termômetro da força que este terá de agora em diante. Se depender do retrospecto dos atos anteriores, não é algo que Dilma Rousseff possa contar para o momento.

Por que deveríamos dar mais atenção à crise chinesa do que estamos dando?

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Quando o professor Niall Ferguson cunhou o termo "Chimérica" ele provavelmente não tinha em mente a exata proporção que uma crise chinesa poderia ter. O fato é que desde que a China se abriu parcialmente ao capitalismo e implantou um desenvolvimentismo autoritário similar ao que o Brasil implantou durante o Regime Militar, ela vem acumulando pressões inflacionárias em ações de empresas e em seus títulos públicos. Todo o intervencionismo e gasto estatal sem retorno imediato pode agora implodir a economia chinesa. Mas que dano isso poderia causar ao mundo? 
Quinhentos anos atrás a economia chinesa era a maior do mundo enquanto o ocidente se resumia a reinos quebrados e constantemente em guerras, em 1970 entretanto o cenário era outro: A renda de um cidadão médio americano era 20 vezes maior que a de um chinês médio. Isso ficou conhecido na historiografia econômica como "A grande divergência". As razões dessa divergência não cabem ser explicadas aqui, mas ao pensarmo…

Juca Kfouri no banco dos réus: o discurso de ódio e o preconceito classista dos coxinhas esquerdistas contra os manifestantes anti-PT

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Primeiramente, boa noite a todos. É com uma enorme honra que o Minuto Produtivo apresenta aos leitores o seu espaço, destinado para seus artigos. Sim, este blog terá o seu "Espaço do Leitor", onde estes terão, na medida do possível sua voz por aqui. Caso você queira contribuir para este espaço, envie um email para produtivominuto@gmail.com.
E, como estreia, apresentamos o texto do leitor Octávio Henrique. Editor dos blogs "O Homem e a Crítica" e "Apoliticamente Incorreto", Octávio já esteve presente neste blog com uma crítica ao texto sobre meritocracia e oportunidades, escrito pelo editor-chefe Marcos Jr, sendo que essa teve resposta por parte deste. O artigo de hoje é um comentário no primeiro de seus blogs sobre uma coluna de Juca Kfouri publicada em março e republicada pela Revista Fórum neste mês. Sem mais delongas, vamos ao texto:
A revista esquerdista Fórum, uma Caros Amigos sem versão impressa, decidiu republicar, devido à proximidade de novas man…

O partido que amou os ricos e odiou a classe média

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Estava passeando hoje na internet quando um amigo que me pediu para não ser mencionado me enviou esta "preciosidade". Por favor, se clicar no link, lembre-se de tentar não vomitar.
O primeiro ponto que se destaca nessa magnífica presepada literária é o fato de que o texto passa longe das pretensões de sequer parecer científico. É apenas um discurso ideológico. O discurso ideológico tem duas funções, a primeira é reforçar a posição e o discurso de um grupo político. A segunda é intimidar e acusar o adversário, ou no caso deste artigo, o inimigo de classe. É estranho que um artigo petista use essa retórica em face de todas as evidências que apresentarei em contrário. Embora eu saiba muito bem que a coerência argumentativa e a honestidade intelectual de um texto não seja um valor pro marxismo heterodoxo (A noção de honestidade intelectual é dispensada como um valor burguês), achei que deveria demonstrar as incoerências para que o eleitor usual não caia afetado por esse tipo de…

Mundo: graças ao politicamente correto, um lugar cada vez mais chato de se viver

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Não é a primeira vez que abordo a questão dos discursos politicamente corretos e seus efeitos deletérios na sociedade, portanto algumas coisas que escreverei neste post não são exatamente uma novidade. Mas a cada dia que passa estamos a cair em uma situação na qual teremos que reinventar a roda diariamente, dado que as pessoas buscam defecar regras nas coisas mais triviais. Ontem, ao acompanhar o feed de besteiras notícias do meu perfil no Facebook, duas notícias me chamaram a atenção e me motivaram a escrever por hoje.
A primeira, publicada no blog Page Not Found de O Globo, mostra um estudo da Universidade de Maastricht (Holanda), que concluiu o seguinte: o ar-condicionado dos escritórios é machista, uma vez que a temperatura dos escritórios é determinada segundo a taxa de metabolismo de um homem de 40 anos, e pelo fato de as mulheres terem menor estatura e um tecido adiposo menor, acabariam sentido mais frio. Ao final do estudo, os cientistas holandeses sugerem que os escritórios …

Thomas Piketty, o sindicalismo e o caso Uber

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Poucos casos mostram tão bem o quanto o brasileiro odeia o livre-mercado e a concorrência natural da economia de mercado quanto o caso uber. Não é a toa que governos estatólatras e amantes do dirigismo econômico fazem tanto sucesso por aqui. Acredito que o melhor trabalho sobre essa nossa mentalidade é o livro de Bruno Garschagen "Pare de acreditar no governo", por outro lado mostra também o quanto o brasileiro gosta de bons serviços embora esteja só agora começando a perceber a relação existente entre concorrência e monopólio tendo a qualidade dos serviços como fim.
O esquerdista mainstream brasileiro, "PTista ou PSOLista roxo" vibra com cada janela de carro da Uber quebrado por um sindicalista, reconhece um uber não só pela cor preta da maioria dos veículos e ainda pelo motorista, geralmente de terno, mas também pelos bons serviços como água, doces, salgadinhos entre outros produtos que o uber oferece além de simplesmente levar uma pessoa do ponto A ao ponto B. …

Caça e sadismo

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Olá novamente, queridos leitores do MP. Como vão? Bem, aqui é Vinicius Littig novamente e, como na última postagem, pretendo comentar mais uma notícia de cunho ecológico que correu o mundo e comoveu as pessoas. Como devem ter notado pelo título, falo da covarde caçada do leão Cecil, símbolo do país africano Zimbábue. Na verdade, acho que "caçada" e "covarde" criam pleonasmo nesse trecho levando em conta nosso contexto atual. Como sempre, separarei o post em etapas e, até o final dele, planejo provar o seguinte ponto: um caçador nos dias atuais, na maioria absoluta das vezes, é um sádico. Então, vamos lá!
1) Partindo da filosofia...
Para que entendam meu ponto de vista, primeiro preciso explicar da minha filosofia e forma de ver o mundo. Já disse na postagem sobre obsolescência programada (que pode conferir aqui) que sou bastante enviesado ecologicamente, e minha filosofia não é diferente. A começar, não nos vejo como seres mais importantes que os outros — toda noss…

Seria a obsolescência programada um mal necessário?

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"Não é da benevolência do açougueiro, do cervejeiro e do padeiro que esperamos o nosso jantar, mas da consideração que ele têm pelos próprios interesses. Apelamos não à humanidade, mas ao amor-próprio, e nunca falamos de nossas necessidades, mas das vantagens que eles podem obter." (Adam Smith)

Apesar de eu ter sido o primeiro a idealizar um post neste blog para comentar um pouco sobre a questão da obsolescência programada, o Vinicius Littig, meu colega de bancada, resolveu escrever primeiro (ver aqui) a respeito do tema. Para efeito prático a ordem dos fatores não altera o produto: se antes ele iria escrever algo em contraponto a mim, o meu artigo servirá como um contraponto ao dele.

Antes de entrar no assunto, pretendo deixar claro duas coisas: a primeira, é que em alguns momentos parecerei estar exercendo o papel de advogado do Belzebu no sentido de enxergar a obsolescência programada como um mal necessário em alguns casos (algo que explicarei mais tarde); a segunda é que…

Obsolescência programada e a nova caçada francesa

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Olá leitores, como vão? Novamente eu, Vinicius Littig, vos escrevo. Bem, o Marcos ficou de fazer uma postagem sobre o tema mas acho que serei mais rápido um pouco e postarei antes. Como bem sabem (e é possível verificar neste link), a França deu um passo para a frente em política ambiental — discutível até certo ponto — e pretende multar empresas que usarem da Obsolescência Programada para limitarem o tempo de vida útil de seus produtos. Pretendo destrinchar, mastigar e digerir toda essa informação e sua importância para vocês, principalmente por meu viés ecológico, mas, como sempre, comecemos do começo:
1) De onde vêm as coisas e para onde vão?

Bem, recomendo tremendamente a visão do vídeo acima: são 21 minutos bem investidos e que vão melhorar a compreensão do meu resumo nos parágrafos seguintes.
A começar, as coisas não surgem do nada e não vão para o nada. Tudo que se consome, de alimentos às futilidades, é extraído da terra, de plantas e animais. O que é extraído é então transfor…

O ataque ao Instituto Lula está mais para Riocentro ou para bolinha de papel?

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O segundo principal assunto da semana que chega ao fim, depois da morte do leão Cecil (e da busca implacável ao seu caçador, provavelmente mais perigoso que um terrorista do ISIS, pelo que parece nos noticiários), é a explosão de uma bomba em frente ao Instituto Lula, ocorrida na noite da última quinta-feira (30/07). Tão logo o caso ocorreu, os high heads da esquerda tupiniquim, antes mesmo de qualquer indício em relação ao responsável pelo ato, trataram o caso como um ato de intolerância fomentada na imprensa e por personalidades ligadas à direita (veja um exemplo disso aqui). O vídeo do ato denominado por parte da imprensa de "atentado" vocês podem conferir logo abaixo: